segunda-feira, 12 de março de 2012

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO MEMORIAL

Como elaborar o Memorial?
O Memorial é um texto no qual no qual deverão aparecem suas impressões sobre sua aprendizagem, tanto nos conteúdos conceituais, quanto nos conteúdos atitudinais e procedimentais que foram trabalhados durante os três encontros em que foi desenvolvido nosso curso.
É uma espécie de "diário" no qual você escreve e conta o que sentiu, refletiu, vivenciou, os gostos e desgostos ao longo desse tempo de estudo. Você pode associar a outras experiências e práticas, desde que estejam relacionados aos estudos que realizamos durante o curso.
É importante registrar suas reflexões sobre os conteúdos de nossa disciplina, relacionando-as:
o        à sua prática pedagógica ou a práticas escolares na qual você está inserida/o;
o        à sua experiência de participar de uma metodologia que incluiu a utilização educacional de um blog;
o        à sua contribuição na constituição do acervo com textos científicos, vídeos, filmes e reportagens associados aos conteúdos do curso;
o        a acontecimentos sociais ou notícias que permitem associar aos estudos realizados nos três encontros;
o        aos conteúdos mais relevantes veiculados no blog e no seminário de encerramento do curso e
o        a emoções, descobertas, dificuldades e possibilidades de sua prática pedagógica à luz dos estudos realizados e das contribuições advindas das discussões com os colegas no seminário e nas leituras realizadas.
É o registro da história de sua aprendizagem durante o curso e de suas possíveis conseqüências no seu cotidiano profissional.
Faça seu memorial como quem escreve uma carta, falando desta disciplina do curso que você acaba de participar. Não se esqueça de associar à Sociologia das ausências (Boaventura de Souza Santos), aos estudos sobre o poder com base em Foucault e Certeau, explorando questões sobre o cotidiano.
Estou a disposição para ler os materiais que vocês estão produzindo antes da remessa final daqui a 15 dias.
Quanto ao tamanho, proponho um mínimo de três laudas, podendo ser mais, claro. Se você não chegar a três laudas, caso seu texto esteja bem consistente,  não haverá problema quanto à pontuação.
Abraços!

sábado, 10 de março de 2012

Fotos da turma




Inclusão/exclusão: Duas faces da mesma moeda Márcia Lise Lunardi



http://www.pedagobrasil.com.br/educacaoespecial/inclusaoexclusao.htm
http://www.youtube.com/watch?v=i0depaIKNW0&feature=related

Como professor usuário da língua de sinais brasileira, como ouvinte que convive com pessoas surdas no trabalho e entre amigos desde a infância, chego a seguinte conclusão após a leitura desse artigo:

Durante a leitura desse texto, por vezes nos achamos encurralados em um jogo dialético que questiona o 
a estrutura educacional da qual somos parte. Quando entendemos as redes de poder  (Foucaut) , vemos a necessidade de encararmos nossos alunos, ou qualquer que for o ser humano, como ser que ora é colonizado e ora é colonizador. Por vezes, o professor de pessoas com deficiências se deixa levar por sentimentos negativos que não consegue promover nem orientar seus alunos na conquista da autonomia e da formação social, antes, superprotege e inibi o processo de maturação desses alunos.


Todos nós sabemos que a educação é necessária para a vida de qualquer membro de nossa sociedade, pois é nesse processo educativo que desenvolvemos a nossa autonomia como cidadãos . Não há dúvidas de que todos precisam ter esse direito garantido, independente de gênero, raça, credo ou língua. No Brasil, há grupos sociais de pessoas surdas que são chamados de comunidades surdas. As pessoas que fazem parte desse grupo são usuárias de uma língua diferente do português. Os surdos usam a língua de sinais como principal forma de comunicação. Esse idioma, diferente das línguas que usam o canal oral auditivo como a principal forma de interlocução, utiliza a visualização e as sinalizações corporais, faciais e manuais para fazer comunicação. E essa ocorre por uma estrutura gramatical própria, que rege e dispõe um conjunto de signos, dessa forma se a Libras apresenta-se com uma identidade de língua.   Já a língua portuguesa tem a sua representação gráfica associada à modalidade oral. Primeiro aprendemos a falar e depois aprendemos a escrever o que falamos. Mas para aprendermos a falar, dependemos da audição. Os professores que têm alunos surdos em salas de aula inclusiva percebem imediatamente a dificuldade que esses alunos apresentam em produzir textos de qualquer gênero. Esse choque ocorre pela falta de informação da parte dos professores. De fato, quando entendemos as peculiaridades de nossos alunos, obtemos melhores resultados com nosso trabalho docente.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Entrevista com o chef de cozinha Caio Henri

http://www.youtube.com/watch?v=JZdxhL4-TB4&feature=player_detailpage


Colegas, esta entrevista é importante para a reflexão sobre as ideias de Foucault.


A influência da LIBRAS no processo educacional de estudantes surdos em escola regular

A influência da Libras no processo educacional de estudantes surdos em escola regular
http://www.ufpe.br/ce/images/Graduacao_pedagogia/pdf/2006.2/a%20influncia%20da%20libras%20no%20processo%20educacional%20de%20estudantes%20surdos%20em%20escola%20regular.pdf

Caras colegas,
Esse artigo é de minha autoria, foi apresentado como trabalho de conclusão de curso na UFPE, no curso de Licenciatura em Pedagogia. O artigo aborda aspectos da educação de surdos, tendo como objetivo principal analisar a influência da Língua Brasileira de Sinais no currículo escolar de estudantes surdos. Espero contribuir para nossa especialização.

AÇÃO PEDAGÓGICA E EDUCAÇÃO ESPECIAL: A SALA DE RECURSOS COMO PRIORIDADE NA OFERTA DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS


Colegas,tal artigo retrata a importância de ações educativas e ofertas de serviços especializados que atendam "de fato" as necessidades de nossas crianças.


http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&pid=S1413-65382011000400006&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

identidade discursiva: ressignificando os espaços de construção dos sujeitos.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702011000100014&lang=pt

uma nova necessidade surge nesta geração imediatista que desde o berço conhece, mas não se apropria do conhecimento necessário para a autonomia que a sociedade cobra dos sujeitos. A busca pelos espaços pede que seus interactantes conheçam e estejam habilitados para circularem neles com a avdez peculiar de quem conhece o caminho a percorrer.
mas, como garantir esta autonomia nos sujeitos ainda aprendizes na tenra infancia, se é nela que a identidade se perde? seguem sem conhecer quem são, de onde vem, e para onde vão e por desconhecerem suas origens, não criam expectativas num porvir e por isso não interferem de forma direta e positiva na sociedade em que atuam, compondo apenas papeis coadjuvantes onde deveriam ser protagonistas.
o texto explana a situação e elucida nosso ideal de identidade discursiva.
Resistência e impossibilidades nas representações sociais de inclusão de professoras

por que a diferença incomoda tanto?

http://www.educacaoonline.pro.br/index.php?option=com_content&view=article&id=31:por-que-a-diferenca-incomoda-tanto&catid=5:educacao-especial&Itemid=16

"Colega", filme de Marcelo Galvão.

Caras colegas,
mais um filme com os protagonistas do filme Do Luto à Luta.
Bom filme e bom fim de semana.

http://blog-serdiferenteenormal.blogspot.com/2011/01/filme-colegas-de-ma

A inclusão escolar sob o olhar dos alunos com deficiência mental

Este estudo tem por objetivo identificar; descrever e analisar a percepção dos alunos egressos de classe/escola especial para deficientes mentais a respeito da atual matrícula na classe comum; das interações sociais na escola; dos relacionamentos com a aprendizagem do conteúdo curricular; das expectativas futuras; comparando a experiência de escolarização em classe comum com outros espaços da Educação Especial por eles vivenciados.
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=126758

DESAFIO OPOSITOR


Diante de tantas dificuldades encontradas ao  longo da jornada de educação inclusiva, um grande desafio é  o opositor. Leiam e conheçam  um pouco  mais sobre este deslumbrante assunto!


http://www.revista.inf.br/psicologia08/pages/resenhas/edic08-anov-revisao01.pdf

A FAMÍLIA NO CONTEXTO DA INCLUSÃO ESCOLAR


A FAMÍLIA NO CONTEXTO DA INCLUSÃO ESCOLAR
http://www.anped.org.br/reunioes/30ra/trabalhos/GT15-3171--Int.pdf

Caras colegas esse artigo mostra a importância da família no contexto da inclusão escolar, tem como objetivo identificar e analisar as expectativas de familiares de alunos diferentes quanto ao seu
desenvolvimento e ao trabalho escolar realizado.

Mensagem aos pais de crianças com deficiência

A COMUNIDADE SURDA: PERFIL, BARREIRAS E CAMINHOS PROMISSORES NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA.



A COMUNIDADE SURDA: PERFIL, BARREIRAS E CAMINHOS PROMISSORES NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA